A Maior Indústria de Alimentos Pet Food do Brasil!


Veja as categorias
que compõem
a cesta

  • Alimento para cães
  • Alimento para gatos

 

Área I Ceará até Bahia (exclui-se MA e PI)
Área II MG + ES + Interior do RJ
Área III Grande RJ
Área IV Grande SP
Área V Interior e Litoral do Estado de SP
Área VI RS + SC + PR
Área VII MS + DF + GO (exclui-se MT)
Revista Distribuição - Edição 226 - Novembro 2011

O mercado de alimentos
para pets se expande com
o crescimento da renda
dos brasileiros e faz surgir
uma nova oportunidade
de negócios

POR RENATA SANTIAGO

Os reis

da casa

Os reis da casa

 

Cães e gatos, antes os habitantes do quintal, agora tomam conta não apenas do coração de seus donos, mas também da casa, do sofá, do jornal e, por que não, do consumo. “Esse mercado vem crescendo de maneira expressiva ao longo dos anos”, comenta Jefferson Braga,consultor de mercado pet. As maiores beneficiadas pela mudança no tratamento com os animais são as indústrias que participam do mercado de pet food, as quais detêm 66% de um mercado que faturou 11 bilhões de reais em 2010.

 

Uma ampliação significativa do mercado de pet food aconteceu nos últimos cinco anos, juntamente com o crescimento econômico do País e com a expansão da classe C, aumentando assim o volume de consumo, o que se refletiu na produção de ração animal. “O grande impulso para o mercado ocorre quando as pessoas deixam de dar restos de comida para os animais e passam a comprar ração para eles”, afirma Braga. A mudança no hábito dos brasileiros ocorre justamente quando o momento econômico do País é mais favorável.

 




AUMENTO DA POPULAÇÃO

Para acompanhar as mudanças econômicas, a indústria se especializou e aumentou sua capacidade de produção. No ano passado, as empresa que produzem ração no País fabricaram 1.830 toneladas, sendo que operam com apenas 40,3% de sua capacidade. Hoje, o Brasil é o segundo país com a maior população de cães e gatos do mundo. Isso significa 34,3 milhões de cães e 18,3 milhões de gatos que consomem ou que podem se beneficiar de produtos de alimentação para animais. Considerando que ainda há muitos animais que não consomem ração, e que a capacidade produtiva ainda pode se expandir em 59,7%, pode-se afirmar que há muito espaço para crescimento e inovações.

“O alimento industrializado tem muita representatividade, pois é essencial para o animal”, afirma José Edson Galvão de França, diretor-executivo da Anfalpet. Essa representatividade se reflete no mercado de maneira geral, mostrando que os produtos nacionais têm força no mercado interno. Nos últimos 12 anos, a compra de ração de outros países caiu de 13 mil toneladas, em 1998, para 4,2 mil toneladas, em 2010. No Brasil, há no mercado 150 empresas que produzem pet food, as quais têm investido de maneira substancial na produção e na ampliação de suas linhas de produtos, buscando atender cada vez melhor os seus clientes. Aliando números positivos, capacidade produtiva e novos consumidores, o mercado de pet food tem uma perspectiva muito positiva para os próximos anos.

Antes do futuro, o presente desse segmento é positivo. A cadeia de abastecimento vem se beneficiando da mudança cultural relacionada à ração animal. Produto antes restrito às lojas especializadas, a ração tinha pouca saída no varejo alimentar, mas hoje essa realidade mudou. “Agora aumentamos nossa área de atuação, pois atendemos o autos serviço e o canal de pet shops”, comenta Felipe Schimmelpfeng, diretor da Nordesa Distribuidora. Se algumas empresas ampliaram seus serviços para além do varejo alimentar, outras migraram das lojas especializadas. “Antes não conseguíamos trabalhar com a ração e alcançávamos apenas as grandes lojas e pet shops, mas hoje isso mudou”, afirma Rosa Santana, gerentecomercial da Distribuidora Riograndense na Paraíba.

“Com uma capacidade produtiva em expansão e com seu número de consumidores aumentando gradativamente, as perspectivas do mercado de rações para cães e gatos são promissoras. ”O mercado ainda vai ter um crescimento contínuo no decorrer dos anos, o qual estará situado entre 3% e 5,5%”, diz Braga. Esse crescimento não se relaciona apenas com o provável aumento do número de animais de estimação que consomem ração, mas também com as inovações que virão. “Hoje, é grande o mix, e ele oferece muitos sabores e tipos de ração para cada animal”, comenta Rosa. Se atualmente o mix já contém rações, biscoitos e alimentos úmidos de sabores variados, para um futuro não muito distante os pets irão compartilhar cada vez mais preferências com seus donos. “Existe até mesmo um movimento de produtos orgânicos começando. É um movimento ainda pequeno, mas logo começará a se ampliar”, comenta Braga.

ALIMENTO PARA CÃES
Regiões % Top 5
Total Brasil outra Pitty – Lupus Lupus – Nutriara outra Foster – Lupus 38,0
Área I outra outra outra Lupus – Nutriara outra 72,5
Área II Pitty – Lupus Lupus – Nutriara outra Pitukão – Lupus Ringo – Lupus 44,9
Área III Pitty – Lupus outra Lupus – Nutriara Show Dog – Lupus outra 58,2
Área IV outra outra outra outra outra 81,6
Área V outra outra Street Dog outra outra 31,2
Área VI outra outra Nutriara outra outra 30,2
Área VII outra outra outra Nutriara Street Dog 39,2
ALIMENTO PARA GATOS
Regiões % Top 5
Total Brasil outra outra Lupus – Nutriara outra outra 54,8
Área I outra outra Lupus – Nutriara outra outra 80,1
Área II outra outra Street Cat – Lupus Lupus – Nutriara outra 39,5
Área III outra Gatto – Lupus outra outra Foster Cats – Lupus 50,5
Área IV outra outra outra Pitukats outra 90,3
Área V outra outra Pitukats outra outra 63,3
Área VI outra outra Gatto Pitukats outra 47,9
Área VII outra outra outra Foster Cats Pitukats 66,1

Fonte: Revista Distribuição – Edição 226 – Novembro 2011


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