Lhasa Apso

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Lhasa Apso

Originário do Tibet, a raça é o resultado do cruzamento do Terrier do Tibet com Spaniel Tibetano.

Segundo a tradição tibetana, pelo menos até a anexação pela República Popular da China, era impossível se comprar um Lhasa. Eles eram criados por monges, dirigentes políticos e pessoas de alta posição social, sendo, no máximo, oferecidos como presente e prova de gratidão e respeito.

Posteriormente chegaram à corte imperial chinesa como parte dos pagamentos de tributos, onde foram bem aceitos. Segundo relatos históricos, os melhores e mais belos exemplares de Lhasa habitavam o Palácio do Dalai Lama.

Por seu pequeno tamanho, beleza, simpatia e caráter seguro, conquistaram admiradores em todo o mundo. Hoje são considerados excepcionais cães de companhia.

SEMPRE ATENTO

O Lhasa sempre foi um cão de companhia, tem audição apuradíssima e percebe sons sutis e distantes, funcionando como cão de alarme. O latino peculiar do cão é chamado no Tibet de “apso seng kye”, ou seja “cão sentinela com voz de leão”.

Os exemplares da raça são alegres, afetuosos e bonitos, mas ariscos com desconhecidos.

CARACTERÍSTICAS


País de origem:Tibet

Utilização:Companhia.

Tamanho:25,4 cm para machos; as fêmeas podem ser ligeiramente menores.

Peso:Proporcional ao tamanho.

Aspectos Gerais:Porte pequeno, calmo e de estrutura leve.

Pelagem:Pesada, dura, reta, longa, entre lanosa e sedosa, tendo subpelo moderado. As cores são o dourado, mel, areia, cinza-escuro, com manchas pretas, brancas ou castanhas. Existe preferência pelas variações de tons dourados, consideradas as mais típicas da raça.

Longevidade:10 a 12 anos.

Agressividade:Baixa

Área de Criação:Pequena

Temperamento:São cães alegres, simpáticos e afetuosos e bonitos, mas ariscos com desconhecidos.

Atividade Física:Moderada

Texto: fonte - Anuário Cães 2010 - Editora Minuano
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