Fonte de energia e saúde, a ração deve ser apropriada ao tamanho, idade e atividade diárias.

Com carências nutricionais diferentes das nossas, os cães necessitam de uma alimentação balanceada, especifica e de qualidade. Vale lembrar que a nutrição adequada age como uma importante medida preventiva, minimizando a ocorrência de distúrbios secundários, como obesidade, patologias ósseas, dentre outros problemas de saúde. Ao escolher o alimento que será a fonte de energia diária para o seu filhote, é importante oferecer uma ração apropriada ao tamanho, idade e atividades exercidas pelo cachorro.

Com a afirmação “o cão é o que ele come”, o medico veterinário, responsável técnico da Lupus Alimentos, Dr. Leonardo Boscoli Lara, abre a entrevista exclusiva concedida ao Anuário cães sobre a importância da ração como fonte de nutrição e saúde para as diferentes fases da vida de um cão.

Anuário cães – Quais os benefícios oferecidos pela ração à saúde do cão e por quê?

Dr. Lara – A grande verdade é que “o cão é o que ele come.”

Pelo alimento o cão obtém: energia, desde o mínimo para manutenção da vida até o equilíbrio para a vida plena e saudável; proteína e aminoácidos em equilíbrio para reconstrução e manutenção de células e tecidos, entre outras inúmeras funções; ácidos graxos, para síntese de membranas celulares, armazenamento de energia, síntese de hormônios reprodutivos e mediadores da inflamação, entre outras funções; carboidratos diversos para fornecimento de energia e dar características as fezes, manutenção de níveis de insulina e colesterol, entre outras funções; minerais para síntese óssea e enzimática, entre outras funções; vitaminas para suas inúmeras funções especificas. Todos os nutrientes do alimento devem estar em equilíbrio para a espécie, raça, sexo, fase fisiológica, ambiente, peso, grau de atividade física, enfim, todos os parâmetros em que o animal se encontra.

AC – A ração de qualidade contribui para um desenvolvimento saudável? De que forma?

Dr. Lara – São inúmeras as formas em que a alimentação de qualidade contribui para um desenvolvimento saudável de qualquer animal, incluindo o cão. Essas formas estão relacionadas ao controle de todas as funções metabólicas dos cães, por estar diretamente interligado às substancias que forem digeridas e absorvidas pelo intestino. Além deste controle metabólico, o alimento fornece energia e elementos para a construção dos tecidos animais. Alimentar com qualidade implica em não haver excessos, pois acúmulos de elementos ou substancias no organismo podem gerar doenças degenerativas e metabólicas. É exatamente a grande variação entre as exigências dos animais e a pequena diferença entre o fornecimento do mínimo de nutrientes exigidos e o cuidado para que não ocorra excessos em cada situação especifica que a nutrição se torna fascinante.

Nutrição sempre será encarada com equilíbrio.

AC – Cada raça possui necessidades especificas? Como a ração supre essas necessidades?

Dr. Lara – Sempre que pensamos em necessidades especificas, aparece logo em nossa mente que temos que aumentar o nível de algum ingrediente na dieta. Este pensamento está equivocado, a nutrição é o equilíbrio de nutrientes para aquele animal, daquela raça, naquela fase fisiológica, com aquele estado de saúde, naquele ambiente…

Os maiores erros estão no excesso de nutrientes, principalmente quando pensamos em aumentar a longevidade de cada uma das raças existentes, incluindo-se aí a suavização dos sintomas derivados de alterações genéticas e metabólicas especificas de cada raça, pode ocorrer uma alteração metabólica, levando a uma maior ou menor necessidade de algum nutriente ou, até mesmo, às predisposições a doenças não infecciosas como gota, displasia coxo femoral, aterosclerose, entre outras. Em todos esses casos a nutrição adequada pode prevenir ou amenizar o quadro, assim como a nutrição inadequada pode agravar enormemente a situação. O cão com o metabolismo modificado tenta suprir necessidades ou se privar de algum nutriente em excesso com as mudanças no seu padrão de alimentação. Pode ingerir mais ou menos alimentos, pode rejeitar alimentos mais gordurosos, pode recusar a ração habitual e procurar alimentos bem diferentes do que se esta habituado, entre outros desvios comportamentais. Tudo depende de quais vias metabólicas estão ativas ou inativas em cada raça. Podemos citar como exemplo a raça dálmata que possui uma enzima do ciclo do ácido úrico pouco ativa, predispondo ao aparecimento da gota úrica. Dessa maneira apresenta extrema dificuldade em digerir produtos ricos em purinas e pirimidinas e acaba por procurar alimentos com menores teores de proteínas em geral. Na verdade, esse cão precisa realmente de menos purinas e pirimidinas, pois são as proteínas que mais produzem metabólitos excretados do organismo via ciclo do ácido úrico e podem acumular esta substancia na circulação formando cristais nas articulações causando a doença gota úrica. Portanto, um alimento completo e balanceado para cães da raça dálmata não pode conter matérias-primas ricas em purinas e pirimidinas como a farinha de vísceras, por exemplo. Além disso, deve conter um perfil de aminoácidos extremamente especifico, assim como deve ter uma relação entre proteína e energia metabolizável otimizada para esta característica, entre outras especificidades de outros nutrientes, principalmente em relação a alguns minerais.

Este é apenas um exemplo entre centenas. Afirmo se extremamente recomendável a escolha do alimento mais especifico possível para seu cão, quando o objetivo é a saúde, o bem estar e a longevidade.

AC – Por que as rações variam para cada fase da vida do cão?

Dr.Lara – Para responder essa pergunta, convido vocês a se lembrarem de nós, seres humanos. Vocês já notaram o tanto que um adolescente em fase de crescimento come? E a mulher nas ultimas semanas de gravidez ou quando esta amamentando? Já ouvi casos de mulheres sonâmbulas comerem até reboco de parede para suprir o cálcio que está sendo removido do organismo via leite. Nos animais, é a mesma coisa, ou pior até imaginem só… não são dois seios, mas sim, varias tetas produzindo leite para amamentar uma ninhada de 12 filhotes.

Somem o peso dos filhotes e comparem com o peso da mãe; a proporção é quase inacreditável. Imaginem também um cão adulto e ativo e comparem um cão idoso e se perguntem: qual precisa de mais energia na dieta? O alimento fornece o combustível e os componentes de manutenção da saúde dos organismos com necessidades variáveis em cada fase da vida. Assim o alimento deve fornecer exatamente a necessidade, sem faltas e sem excessos.

AC- Quais são as diferenças entre as rações indicadas para filhotes e cães adultos?

Dr. Lara – Vários exemplos podem ser mencionados, como o fato de os filhotes precisarem de maiores teores de energia por estarem construindo novos tecidos e pela própria atividade física alta; maiores teores de proteínas e diferente perfil de aminoácidos pela própria construção de tecidos como músculos, pele ou até mesmo a matriz orgânica do tecido ósseo; maiores teores de vitaminas pela alta atividade enzimática dos animais nesta fase; menor nível de fibras, para que estas não ocupem lugar de outros nutrientes no trato gastrointestinal. Os filhotes também precisam aproveitar melhor o alimento, portanto, necessitam de alimentos mais digestíveis.

AC- É importante trocar a ração quando o cão ficar idoso? Por quê? E em qual idade essa troca deve ocorrer?

Dr. Lara – É importante sim. O animal idoso possui necessidades nutricionais diferentes por uma diminuição em torno de 20% no metabolismo basal, diminuição da sensibilidade e sede (facilitando a desidratação), diminuição da termo regulação, diminuição da imunidade, diminuição da capacidade de olfato, paladar, visão e audição, formação de tártaro, perda de dentes, diminuição da motilidade intestinal, diminuição da absorção dos nutrientes, diminuição da função da maioria das glândulas e órgãos (principalmente rins e fígado), diminuição do tônus muscular, alterações no metabolismo ósseo predispondo a fraturas, diminuição a eficiência cardíaca, propensão a hipertensão entre outros. Assim, o cão idoso deve receber alimento diferenciado, onde, além de serem considerados todos os fatores descritos acima, o alimento ainda deve conter altos teores de antioxidante ativos no organismo para retardar os efeitos do envelhecimento. Comumente o proprietário do cão só percebe a fase idosa devido ao aparecimento de alguma situação de origem metabólica e, nestes casos, o novo alimento deve ser escolhido mais pela situação metabólica em que o cão idoso se encontra que pela idade do animal. É aconselhável aos proprietários de cães consultarem médicos veterinários competentes na indicação de alimentos, principalmente em caso de suspeitas de desordens metabólicas comuns em idade avançada.

O melhor ainda seria o acompanhamento destes profissionais desde a aquisição do animal.

AC – Hoje em dia encontramos rações para diferentes raças. Quais existem atualmente?

Dr. Lara – Foi mencionado sobre necessidades nutricionais diferentes para cada raça e, sinceramente, não sei afirmar ao certo quantos e quais alimentos balanceados para cada raça realmente existem. Ainda não possuímos as necessidades nutricionais de cada raça normalizada por nenhuma instituição no mundo. Somente para se situarem, seguem alguns exemplos de grandes instituições: Association of American Feed Control Official (AAFCO) que estabelece padrões de alimentação para pets nos Estados Unidos; o National Research Coucil (NRC) que coleta, avalia trabalhos na área e faz recomendações sobre requisitos nutricionais; Food na Drug Administration (FDA) que especifica ingredientes permitidos e processo de fabricação nos Estados Unidos e Canadá; United States Department of Agriculture (USDA) que regulariza rótulos e financia trabalho de pesquisa na área; Pet Food Institute (PFI) que é a associação comercial dos fabricantes de alimentos para animais de estimação nos Estados Unidos e Canadá; Canadian Veterinary Medical Association (CVMA) que administra voluntariamente certificados de produtos; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA) que regulariza rotulagens e fiscaliza a segurança alimentar dos alimentos para pets no Brasil e Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Companhia do Brasil (ANFAL PET). Nenhuma destas possuem informações suficientes para estabelecerem as exigências de todas as raças. O que temos hoje são estudos de casos de desordens metabólicas de diversas raças e alguns estudos mais aprofundados em nutrição, mas infelizmente, a maioria deles escondidos em empresas.

Dessa maneira, volto a perguntar para o leitor. Convido vocês a verificarem o beneficio real proposto pelo alimento e obterem a opiniões de outros proprietários sobre o efeito de cada marca em seu animal de estimação para terem suas próprias opiniões e experiências. Convido vocês a enviarem essas informações para Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Companhia do Brasil (ANFAL PET), que atualmente é a instituição idônea referencia na alimentação de cães no Brasil na certeza de que suas opiniões serão muito bem-vindas como padrões de satisfação dos consumidores. Quem sabe um dia, possamos utilizar essas informações no delineamento das exigências nutricionais de cada raça? Não custa tentar.

AC – Idade, peso e raça são os critérios avaliados durante a elaboração de uma ração?

Dr. Lara – Os alimentos completos e balanceados para cães são elaborados com os seguintes critérios:

  • Critérios intrínsecos ao cão: idade, sexo, raça, peso, fase fisiológica (crescimento, manutenção, gestação, lactação, numero de filhotes que está amamentando), grau de atividade do cão, características individuais como propensão a alergias, cálculos renais, câncer, doenças cardíacas, doenças articulares, entre outras situações metabólicas especificas.
  • Critérios intrínsecos às matérias-primas: Grau de insaturação de gorduras, presença e teores de antioxidantes em cada matéria-prima, aquecimento excessivo ou ineficaz da matéria-prima, presença de fatores antinutricionais, teor de açúcares redutores, teor de fitatos ou outros ligantes, presença de lactose ou outros compostos que podem causar intolerância, disponibilidade dos nutrientes característicos da matéria-prima, grau de oxidação, toxidez, palatabilidade, tolerância ao processamento, entre outros.
  • Critérios intrínsecos ao processamento: relação tempo/temperatura na disponibilidade de cada nutriente, produtividade do processo, eliminação efetiva de possíveis agentes patogênicos, grau de segurança alimentar do processamento, facilidade de formação de compostos indigestíveis ou de baixa palatabilidade durante o processo, entre outros.
  • Critérios intrínsecos ao alimento em si: digestibilidade, textura, crocância, tamanho da partícula, dureza, sabor, pH, cor, porcentagem máxima de partículas quebradas, densidade, nível de atividade de água, entre outros.
  • Critérios intrínsecos à embalagem utilizada: material da embalagem como papelão, PP, Bopp, ppt pet, pelbd, Eva, PVC ou suas laminações em multicamadas; grau de migração de oxigênio, luz ou umidade do exterior para o interior da embalagem; resistência à esterilização por autoclave; uso de atmosfera modificada; uso de embalagem a vácuo, presença ou não de furos na embalagem, entre outros.
  • Critérios intrínsecos à legislação especifica: Utilização de matérias-primas registradas, atendimento às exigências de rotulagem do produto, atendimento das exigências quanto à segurança do alimento, atendimento das exigências quanto à construção da fabrica e desenvolvimento das linhas de produção de alimentos, grau de certificação de qualidade da unidade fabril, como Boas Praticas de Fabricação, Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, entre outros critérios.
  • Critérios intrínsecos ao ambiente: temperatura (como frio ou calor excessivo), tamanho e numero de cães por recinto, nível de esforço físico exigido pelo ambiente em que o cão vive umidade relativa do ar média, propensão a alergia, entre outros.
  • Critérios exigidos pelo dono do cão: preço, coloração do alimento, formato e tamanho das partículas integrantes do alimento, brilho dos pelos, tempo de prateleira (data de validade), volume e consistência das fezes, odor das fezes e urina, coloração da urina, palatabilidade, praticidade, hálito, surgimento e evolução de tártaro, redução de peso, longevidade, entre outros.

AC – Qual a diferença fundamental entre elas?

Dr. Lara – Em resumo, são duas diferenças fundamentais: relação entre proteína e energia do alimento que, por conseqüência, envolve um novo equilíbrio dos outros nutrientes da dieta e as matérias-primas utilizadas que vão conferir aceitabilidade, sabor, digestibilidade, odor e níveis de agentes promotores de saúde aos alimentos, entre outros.

AC- Como são elaboradas as rações denominadas para ambientes internos?

Dr. Lara – Existem vários critérios, mas podemos considerar as características das fezes dos cães como principal critério para o desenvolvimento de alimentos destinados aos cães que vivem em ambientes internos. O alimento deve ser extremamente digestível para obtermos o menor volume de fezes possível; deve conter tipos de fibras ou outros polissacarídeos de baixa digestibilidade em sua composição que absorvam o mínimo possível de água para reduzir a umidade das fezes, mantendo-as secas; deve conter ingredientes que reduzam o odor das fezes como extrato de Yucca Shidigera, alguns tipos de aluminosilicatos, alguns prebióticos e probióticos, entre outros. Assim sendo, o melhor alimento em teoria pode causar certo desconforto na defecação do animal, além de aumentar a possibilidade de infecções, devido ao pouco trânsito intestinal.

É um dos casos onde a praticidade do dono vale mais que o bem-estar do animal. Gostaria que se perguntassem, levando em conta somente o conforto sem se preocuparem com riscos à saúde. Vocês leitores preferem defecar fezes macias todos os dias ou fezes duras e secas algumas vezes por semana? Qual seria a resposta do seu cão para esta pergunta?

AC – O dono que escolhe a ração pelo preço sem considerar a qualidade pode comprometer a saúde do seu cão? Qual o efeito dessa escolha a médio e longo prazo?
Dr. Lara – Existe uma gama extremamente variável de alimentos para cães. O problema é que não é o cão que escolhe o alimento e sim o seu proprietário, e a maioria deles prefere economizar alguns reais por mês a manter seu cão saudável e ativo por um longo tempo. É comum ouvirmos frases do tipo, “chegou à hora dele mesmo”; ou “cachorro vive pouco, depois a gente arruma outro”;” Nossa essa ração pra cachorro é mais cara que comida de gente” e assim por diante. O alimento de má qualidade só existe no mercado porque existem compradores.

Conforme mencionado em outras respostas acima, são inúmeros os critérios observados para a confecção de cada alimento e logicamente que a cada escolha errada sempre acarretará em, no mínimo, diminuição do tempo de vida do animal, passando por perda do brilho dos pela obesidade, problemas articulares, problemas de crescimento, entre outros podendo chegar, até mesmo, em uma morte súbita do animal.

É sempre aconselhável, consultar profissionais competentes na escolha do alimento para seu cão.

AC – Como descobrir se está na hora de trocar a ração?

Dr. Lara – Normalmente, não se troca o alimento do cão (que apresente na mesma fase fisiológica) a não ser que o alimento não seja suficiente para o objetivo do proprietário. Os momentos onde realmente se faz necessário a troca do alimento são: a mudança de fase fisiológica do animal, as variações dos fatores intrínsecos ao ambiente ou variações em algum outro fator exigido pelo dono. Torna-se aconselhável o teste de diversas marcas no momento da escolha do alimento para aquela fase especifica. Outro conselho seria a mudança de alimento ser gradual para que o sistema digestivo se adapte ao novo alimento. Todos sabem o que ocorre quando alguém que não esta acostumado a ingerir leite gorduroso e ingere um “copão de leite ao pé da vaca”. Podemos evitar estes transtornos.

AC – Quais características demonstram que um cão não está saudável, como pelos ralos e sem brilho, etc? Nesse momento trocar a ração pode ser uma boa opção?

Dr. Lara – Por incrível que pareça, a característica relacionada à alimentação mais perigosa para a saúde do cão é a obesidade e o mais incrível é que a grande parte dos proprietários prefere cães obesos. No momento do diagnostico de sobrepeso deve ser efetuada, primeiramente, a mudança no manejo nutricional, ou seja, fornecer uma quantidade de alimento diária menor. Essa diminuição não deve ser brusca. Uma dica pratica é pesar o cão constantemente e diminuir 5% do volume de alimento diário oferecido, mantendo este mesmo volume até a estabilização do peso do cão. Assim que o peso estiver estável, verificar se ainda está com peso acima do ideal; em caso de afirmativo reduzir mais 5% e assim sucessivamente até que seja atingido o peso ideal. Pode ser que tenhamos que trocar o alimento para um alimento de digestibilidade mais baixa nos casos onde o animal ainda fica com fome pela pequena quantidade em gramas ingerida, mas o manejo continua o mesmo.

Para facilitar o entendimento, podemos considerar um exemplo onde um cão obeso pesando 60 kg consome 500g por dia. O proprietário passara a fornecer 475g por dia para o animal e continuara pesando-o diariamente. Vamos supor que em dois meses o peso do animal se estabilize em 58 kg, mas mesmo assim o animal ainda esta obeso. O proprietário então passara a dar 451g por dia para este animal e continuará pesando-o até a estabilização. O procedimento irá se repetir sucessivamente até que o animal encontre seu peso ideal que, neste caso, pode ter sido de 45 kg atingindo em um ano sem, nenhum risco à saúde do animal.

Outras características que demonstram a falta de saúde do cão, são pelos fracos e sem brilhos, falta de vitalidade, aumento de secreções dos olhos e narinas, tremores, respiração ofegante, diarréia, vômito, perda de apetite, apatia, falta de coordenação motora, desvios de comportamento. Em todos os casos, um medico veterinário competente deve ser consultado e a mudança ou não do alimento que está sendo fornecido ao animal e o momento propício para a alteração, devem estar vinculados à opinião deste profissional.

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