Você tem um gatinho em casa e acaba de notar que o queixo dele está cheio de pontinhos pretos, com uma aparência de “sujeira”? Você quer saber o que é isso e o que fazer para eliminar de uma vez esse problema? Então leia a matéria que preparamos pra você.

Esses pontinhos pretos, facilmente vistos em animais com pelagem clara, normalmente ficam posicionados no queixo do animal e são chamados de comedos (popularmente conhecidos como cravos), uma condição comum em animais com acne.

A acne felina é formada pelo excesso de produção de sebo pelas glândulas da pele. Trata-se, portanto, de uma doença dermatológica muito comum e que raramente traz problemas sérios para o bichano. Mas para evitar que eles se acumulem e tenham o envolvimento de fungos e bactérias, agravando o quadro clínico, é importante trata-los corretamente com o apoio de um profissional.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DA ACNE FELINA?

Normalmente o diagnóstico da acne felina é feito através do exame físico do animal. Mas caso haja envolvimento de fungos e bactérias que estejam agravando o quadro, o Médico Veterinário poderá solicitar alguns exames laboratoriais para identifica-los e então trata-los adequadamente.

COMO É FEITO O TRATAMENTO DA ACNE FELINA?

Em casos mais simples, onde não há infecções fúngicas e bacterianas em conjunto, o tratamento é bastante simples. É necessária apenas a realização da limpeza do local com um antisséptico, evitando o acúmulo de sebo.

Embora não haja evidência científica, muitos profissionais alegam que os animais que são alimentados em potes e vasilhames de plástico costumam apresentar mais problemas com acne. Isso pode ocorrer porque o plástico tende a acumular mais bactérias, quando comparado a outros materiais. Portanto, vale a pena considerar a troca do comedouro e bebedouro do animal para aqueles que sejam de alumínio, por exemplo. E independentemente do material escolhido é importante sempre manter em dia a limpeza destes utensílios.

A ACNE FELINA É GRAVE?

Normalmente a acne felina não acarreta grandes problemas ao animal, exceto em casos onde há complicações bacterianas e/ou fúngicas. Nestes casos, é importante tratar o animal o quanto antes evitando que a infecção se espalhe para outros locais.

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Larissa Salles Teixeira
CRMV/PR 11718
Cornélio Procópio – PR

Thor - Bicho Amigo | Lupus Alimentos

 

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